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A Voz dos Movimentos de Moradia na Construção das Políticas Públicas

  • Foto do escritor: ELMA
    ELMA
  • 9 de jun.
  • 1 min de leitura

Nossa principal pauta com o Governo Federal é garantir que os movimentos de moradia tenham voz ativa na construção das políticas habitacionais. Precisamos de um canal direto de diálogo para apresentar as demandas das famílias de baixa renda e assegurar uma distribuição justa de recursos, com processos de seleção transparentes e sem burocracias, permitindo o início rápido das obras nas periferias.

​Contudo, enfrentamos entraves locais que prejudicam esse avanço. Em São Paulo, projetos habitacionais importantes — mesmo com documentação aprovada e verbas liberadas — acabaram paralisados ou revogados pela gestão do prefeito Ricardo Nunes. Essa retenção de recursos gera grande preocupação e prejudica as famílias associadas. Sem uma articulação firme e diretrizes vindas das esferas superiores do governo, o trabalho dos movimentos sociais corre o risco de retroceder.

​Diante disso, propomos uma atuação estratégica junto ao Ministério das Cidades para expandir o programa Minha Casa, Minha Vida. Nossa meta é ampliar o número de moradias selecionadas de 21 mil para 40 mil unidades, com foco especial no fortalecimento do modelo associativo por autogestão. Esperamos contar com o apoio e a fiscalização do Governo Federal, sob a liderança do presidente Lula, para destravar os recursos em São Paulo e garantir que a expansão habitacional aconteça de forma eficiente.


 
 
 

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